“Quanto custa um site?” é a primeira pergunta de quase todo dono de negócio, e a resposta honesta é: depende do que você chama de site. Um perfil de link na bio é uma coisa. Uma página feita pra aparecer no Google e trazer cliente é outra. Neste artigo a gente abre a faixa de preço real praticada no Brasil em 2026 e explica, sem enrolação, o que faz esse número subir ou descer.
A faixa de preço real no Brasil
Fugindo dos dois extremos (o “site grátis” que na verdade te prende numa plataforma e o projeto de agência grande que custa uma fortuna), o mercado de sites para pequenos e médios negócios em 2026 gira em torno destas faixas:
- Construtor faça-você-mesmo (Wix, Hostinger, etc.): de R$0 a R$50/mês. Barato de começar, mas o trabalho (e o resultado) fica todo na sua mão.
- Landing page profissional feita sob medida: a partir de R$497, podendo passar de R$3.000 dependendo do escopo e de quem faz.
- Site institucional com várias páginas: a partir de R$997, subindo conforme o número de páginas e recursos.
- Manutenção mensal (hospedagem, ajustes, suporte): normalmente entre R$100 e R$600/mês, quando existe.
Repare que a mesma coisa (“um site”) tem uma variação enorme de preço. Isso não é falta de padrão do mercado, é porque por baixo do mesmo nome existem entregas completamente diferentes.
O que realmente muda o preço
Cinco fatores explicam quase toda a diferença entre um orçamento de R$500 e um de R$5.000:
- Template ou sob medida. Um tema comprado e trocado de cor é rápido e barato, e tem cara de site pronto. Um projeto desenhado do zero pro seu negócio custa mais porque envolve design próprio, não revenda.
- SEO de verdade ou só “no ar”. Colocar um site online é fácil. Construí-lo pra aparecer no Google (títulos certos, dados estruturados, velocidade, versão mobile) é trabalho técnico que nem todo orçamento inclui.
- Número de páginas e integrações. Uma landing page única é diferente de um site com serviços, blog, formulário e chatbot. Cada peça a mais é tempo a mais.
- Quem faz. Freelancer iniciante, agência boutique ou agência grande cobram valores bem diferentes, e entregam níveis de acompanhamento diferentes.
- O que acontece depois. Site é coisa viva: precisa de hospedagem, ajustes e suporte. Um preço muito baixo às vezes só empurra esses custos pra frente.
Site barato que não aparece no Google não é economia, é dinheiro parado. O objetivo não é gastar pouco, é gastar no que traz cliente.
Por que o site mais barato costuma sair mais caro
O construtor gratuito parece imbatível até você somar o tempo que gasta montando, os recursos travados atrás do plano pago e o fato de que, no fim, a página tem a mesma cara de milhares de outras. Um site que não passa credibilidade e não é encontrado na busca não gera orçamento, e um site que não gera orçamento, por mais barato que seja, custou caro.
A conta que importa não é o preço do site, é o retorno. Um único cliente novo fechado pelo site costuma pagar o projeto inteiro. A pergunta certa deixa de ser “qual o mais barato?” e vira “qual me traz cliente de forma previsível?”.
Como saber se o preço é justo
Antes de fechar qualquer orçamento, faça estas perguntas a quem vai criar o seu site:
- O design é feito do zero pro meu negócio ou é um template adaptado?
- O site já vem preparado pra aparecer no Google (SEO on-page e dados estruturados)?
- É rápido e pensado primeiro pro celular, que é de onde vem a maioria dos acessos?
- Existe um caminho claro do visitante até o contato (WhatsApp, formulário)?
- O que está incluso depois de publicado: ajustes, suporte, hospedagem?
Se as respostas forem sólidas, um valor a partir de algumas centenas de reais é justo e se paga rápido. Se forem vagas, provavelmente você está comparando um projeto de verdade com uma revenda de template, e aí o preço mais baixo é justamente o sinal de alerta.
E na EngeTech Reis?
A gente cria sites e landing pages do zero pra negócios locais no Rio de Janeiro: identidade própria (nada de template), base de SEO local feita desde o primeiro dia e um caminho único até o seu WhatsApp. Se quiser saber quanto ficaria o seu caso, é só chamar. A primeira conversa é sem compromisso e a gente te passa a faixa antes de qualquer coisa.